Adolf Hitler poderá afinal não ter morrido em 1945, mas em 1984! A versão é defendida por uma investigadora brasileira que acredita que o ditador alemão faleceu aos 95 anos de idade no Brasil.
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É neste ponto essencial que assenta a tese de doutoramento em jornalismo de Simoni Renée Guerreiro Dias, uma brasileira que vive no estado de Mato Grosso e que acredita que foi aí que Hitler morreu. A teoria da mulher baseia-se nos relatos de diversas pessoas da pequena cidade de Nossa Senhora do Livramento, a cerca de 40 quilómetros de Cuiabá, onde Hitler terá vivido e morrido e onde a própria investigadora reside actualmente, e numa foto de um idoso alemão com uma mulher negra. Hitler será esse tal velho que seria conhecido por Adolf Leipzig.
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A fotografia, que data de 1982, foi reproduzida pelo portal Globo e é de má qualidade, mal se vendo as feições do homem que a investigadora alega ser Hitler. E a mulher negra que aparece na imagem seria a companheira do pretenso ditador, o que é contraditório com a ideologia nazi que defendia a pureza da raça ariana. Todavia, a investigadora defende que essa foi a fachada perfeita para Hitler se esconder, já que ninguém o imaginaria ao lado de uma mulher negra.
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A teoria de Simoni Renée Guerreiro Dias, que a própria relata no livro “Hitler no Brasil – Sua Vida e Sua Morte”, baseia-se ainda no relato de uma freira polaca que, depois de sobreviver ao Holocausto, terá reconhecido Hitler numa deslocação do tal homem idoso ao Hospital na referida cidade de Nossa Senhora do Livramento.
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A investigadora alega que Adolf Hitler encenou a sua morte, conseguindo fugir da Alemanha rumo à América do Sul com a ajuda de amigos que teria no Vaticano. A primeira paragem do ditador terá sido a Argentina, passando depois pelo Paraguai e finalmente instalando-se no Brasil.
E quanto à ida de Hitler para Mato Grosso, a investigadora alega que ele escolheu este estado em particular porque o Vaticano lhe terá oferecido o direito de posse e o mapa de um tesouro jesuíta, que estaria escondido desde o Século XVIII, numa caverna em Nobres, cidade localizada a uma centena de quilómetros de Cuiabá.
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A tese de Simoni Renée Guerreiro Dias é contudo contestada sob a base de que apresenta falta de rigor científico.
Ainda este ano, a investigadora espera poder rebater todas as críticas e dúvidas com a realização de um exame de ADN. Ela conseguiu autorização para exumar o corpo do pretenso Adolf Hitler e vai comparar as amostras de cabelo e dos fragmentos dos ossos recolhidos com o ADN de um descendente de Hitler que viverá em Israel.
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A versão oficial, e transmitida em todos os livros de História, aponta que Hitler se sucidou, em 1945, juntamente com a sua amante Eva Braunn, no “bunker” onde se refugiou dos ataques soviéticos.
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