Manuel Maria Carrilho reage a acusação de agressão

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Manuel Maria Carrilho defende-se da suposta a agressão ao pedopsiquiatra Pedro Strecht.

O antigo ex-ministro da Cultura veio defender-se num comunicado publicado na sua página do Facebook, após ter sido acusado de agressões e injúrias a Pedro Strecht.

Num longo comunicado Manuel Maria Carrilho apresenta a sua visão dois factos “O Jornal de Notícias de hoje publicou, com chamada de 1ª página, uma notícia intitulada “Carrilho acusado de agredir psiquiatra”. Trata-se de Pedro Strecht, pedopsiquiatra cuja actuação de conúbio com a minha ex-mulher denunciei em tribunal, em Janeiro de 2016, actuação que visava descredibilizar os depoimentos feitos pelo meu filho no Tribunal Criminal de Lisboa em janeiro de 2015, e no Tribunal de Menores, em janeiro de 2016, declarações que… infelizmente tiveram ampla divulgação pública, e cuja autenticidade foi certificada por técnicos do Instituto de Medicina Legal, contrariando assim frontalmente um relatório de P. Strecht que, depois de uma única consulta, ele se dispôs a fazer de acordo com as conveniências juduciais da minha ex-mulher, e mentindo sem escrúpulos sobre a situação do meu filho.Para lá do título, o artigo contém várias falsidades que não constam do processo, mas que a jornalista apresenta como se constassem, como na ocasião e local próprios se demonstrará.

É importante acrescentar que a própria assistente de Pedro Strecht, ali presente e indicada como testemunha, afirmou no processo (de resto, ainda em período de instrução) nada ter visto. Mas mais importante ainda é o facto de as outras duas únicas testemunhas de Pedro Strecht nesta falsa acusação serem …o Dr. Pedro Reis, advogado da minha ex-mulher, e a sua filha Inês Reis. O que, a meu ver, diz tudo sobre a intenção e a credibilidade desta falsa acusação.

Por fim, não será certamente por acaso que esta peça surge um dia depois de o Ministério Público ter pedido a minha absolvição num processo análogo, em que a irmã e o cunhado da minha ex-mulher me acusavam – para não variar – de agressões e de injúrias”.

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