Manuel Maria Carrilho reage à condenação “incompreensível decisão”

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O ex-ministro da cultura reagiu à condenação por violência doméstica

Esta terça-feira foi conhecida a sentença relativamente ao processo interposto por Bárbara Guimarães, por violência doméstica. Depois de várias audiências, o ex-ministro foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão com pena suspensa, a pagar uma indemnização de 50 mil euros a Bárbara Guimarães e a frequentar um curso para maridos agressores.

Através de um extenso comunicado, publicado nas redes sociais, Manuel Maria Carrilho reagiu à condenação, afirmando que não compreende a decisão do tribunal.

“- Em Outubro de 2013 a minha então mulher, Bárbara dos Santos Guimarães, acusou-me falsamente de violência doméstica, estando ainda em curso o respectivo julgamento, que se iniciou em Fevereiro de 2015, a decorrer a sua fase final.

– Para compensar a ausência de provas desta gravíssima e falsa acusação, a minha ex-mulher e os seus cúmplices multiplicaram desde cedo os incidentes de toda a ordem, de modo a tentarem provar desse modo a minha alegada “perigosidade” e “agressividade”.

– Com estes incidentes foi montado um processo que agora chegou ao fim, e que mais não é que uma colagem de ardis e de armadilhas, com testemunhas a mentirem, com vídeos manipulados a serem entregues (e aceites!!!…) em tribunal e um sem fim de maquinações.

– Tudo se intensificou quando, em Maio de 2014, eu denunciei não só as brutais agressões da mãe ao Dinis – por ele várias vezes confirmadas em Tribunal de Família e em Tribunal Criminal, em declarações certificadas como “autênticas e vivenciadas” pelo Instituto de Medicina Legal -, mas também o abandono em que ela deixou ambos os filhos na noite de 21 de Maio desse ano, abandono mais do que comprovado pela gravação do telefonema que eu próprio fiz para a Polícia (e que foi gravado pela própria Polícia) e pelas próprias imagens de video-vigilância do prédio.

– Como se sabe, em reação a esse comportamento da mãe, o Dinis acabou por fugir de casa da mãe para minha casa, onde vive por determinação do Tribunal de Família desde 7 de Março de 2016.

– Incompreesivelmente, o Tribunal Criminal de Lisboa decidiu contudo credibilizar as mentiras da minha ex-mulher e dos seus cúmplices, e condenar-me a mim por sempre ter protegido os meus filhos: das agressões e do abandono da mãe, da chantagem e das brutalidades dos seus amigos, das ameaças pedopsiquiátricas, etc., etc. Mas eles, os meus filhos, não se esqueceram de nada daquilo por que passaram e que o tribunal decidiu ignorar.

– Quero por isso deixar claro que continuarei a fazer tudo o que julgar dever fazer para proteger os meus filhos, de acordo com o que me ditar a minha consciência, porque A VERDADEIRA ABSOLVIÇÃO QUE PARA MIM CONTA É A DELES – DO DINIS E DA CARLOTA. E essa, eu tenho-a a 100%, porque eles viram tudo e sabem que estas acusações são todas mentira.

– Quanto à justiça, ela seguirá o seu curso. Em primeiro lugar, com o julgamento da queixa de violência doméstica que a minha ex-mulher fez contra mim em Outubro de 2013 – já lá vão 4 anos! – , que continua em curso apesar de ela, a queixosa, tudo ter feito para o atrasar e adiar, tendo mesmo já interposto dois incidentes de “recusa de juíz”.

– Depois, interpondo o respectivo recurso relativamente a esta, repito, incompreensível decisão do Tribunal.”.

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