‘Shelby Oaks’ – Uma investigação que se transforma em pesadelo

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Shelby Oaks chega às salas de cinema portuguesas a 12 de fevereiro, num filme de terror que parte de uma investigação pessoal para mergulhar num território onde o passado, a memória e o medo se confundem, transformando a busca numa experiência cada vez mais inquietante.

Realizado por Chris Stuckmann, na sua estreia na longa-metragem após uma carreira amplamente reconhecida como crítico e criador de conteúdos de cinema, a história acompanha Mia, uma mulher que nunca desistiu de procurar a irmã desaparecida há mais de uma década e que recusa aceitar a versão oficial da sua morte. À medida que a investigação avança, regressam os ecos de uma figura aterradora da infância, levantando a possibilidade de que aquilo que parecia imaginário possa ter sido real.

Liderado por Camille Sullivan, ao lado de Sarah Durn, Brendan Sexton III e Michael Beach, Shelby Oaks constrói a tensão de forma progressiva, cruzando investigação, trauma e elementos sobrenaturais, num registo que privilegia a atmosfera e o impacto emocional.

Com produção executiva de Mike Flanagan (A Maldição de Hill House), o filme destacou-se ainda antes da estreia comercial graças a uma campanha de crowdfunding particularmente bem-sucedida, que mobilizou a comunidade de fãs construída em torno do percurso de Stuckmann nas redes sociais. A sua estreia internacional aconteceu no Fantasia International Film Festival, tendo passado também pelo FrightFest – dois dos mais prestigiados festivais dedicados ao cinema de género.

Sinopse:

A busca desesperada de uma mulher pela sua irmã há muito desaparecida transforma-se numa obsessão, quando ela percebe que o demónio imaginário da sua infância pode ter sido real.

//Flagra

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