‘Good Luck, Have Fun, Don’t Die’ chega às salas de cinema portuguesas a 19 de março como uma comédia apocalíptica irreverente e imprevisível, que mistura ação, ficção científica e sátira contemporânea.
Realizado por Gore Verbinski, vencedor do Óscar por Rango e autor de filmes icónicos como Piratas das Caraíbas: A Maldição do Pérola Negra, e The Ring, esta longa-metragem confirma a sua sensibilidade singular para combinar espetáculo, humor negro e comentário social. O argumento parte de uma ideia simples e explosiva: um homem vindo do futuro irrompe num restaurante para recrutar um grupo improvável de civis e impedir uma catástrofe provocada pela Inteligência Artificial e pelas redes sociais.
No centro da história está Sam Rockwell, no papel do enigmático “Homem do Futuro”, numa interpretação energética, física e profundamente cómica, mas atravessada por uma inquietação existencial. Ao seu lado surge um conjunto de personagens comuns – interpretadas por Haley Lu Richardson, Michael Peña, Zazie Beetz, Asim Chaudhry e Juno Temple – que, sem preparação nem heroísmo evidente, se veem arrastadas para uma missão absurda e potencialmente decisiva para o destino da humanidade.
Entre situações caóticas, dilemas morais e humor ácido, ‘Good Luck, Have Fun, Don’t Die’ questiona o poder dos algoritmos, a manipulação digital e a nossa dependência tecnológica, sem nunca perder o ritmo frenético nem o tom provocatório que marca o cinema de Verbinski. Visualmente inventivo e sonoramente experimental, o filme transforma o quotidiano num campo de batalha entre o analógico e o digital.
Sinopse:
Uma noite escura. Um restaurante americano à pinha. De repente, um homem (Sam Rockwell) entra de rompante com um detonador na mão e afirma vir do futuro. É a 117.ª vez que regressa com o mesmo aviso. Antes que o tempo acabe, precisa de convencer um grupo de clientes completamente improváveis a ajudá-lo a impedir um apocalipse de IA e a salvar a humanidade dos perigos das redes sociais.
O problema? Está tudo contra eles: desde desconhecidos céticos e adolescentes viciados no scroll, até monstruosidades algorítmicas fora de controlo. Ainda assim, se este grupo improvável conseguir unir-se, talvez o mundo tenha uma hipótese… Ou talvez não!
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