A comédia francesa regressa ao grande ecrã a 29 de abril, com Juliette Binoche a assumir o papel principal no ‘Manual da Boa Esposa’. Vencedor de um César para Melhor Guarda Roupa, o filme do realizador Martin Provost remete-nos para 1968, ano de revoluções em França, e traz-nos uma visão satírica de uma história universal sobre a solidariedade e a igualdade de género.
Em ‘Manual da Boa Esposa’, Juliette Binoche, uma das mais proeminentes atrizes francesas, interpreta o papel de Paulette Van Der Beck, uma tutora de uma escola feminina de boas maneiras. Arrumar a casa e respeitar as obrigações conjugais sem protestar é o que Paulette ensina arduamente na escola que dirige há muitos anos com o marido. Mas quando se vê viúva e falida, as suas certezas vacilam.
Realizado por Martin Provost, o filme desenrola-se em maio de 1968 e, na senda das transformações sociais provocadas pelos protestos nacionais em França, Paulette e as suas entusiásticas alunas começam a questionar os valores prevalecentes. Reatado com André (Edouard Baer), o seu primeiro amor e ajudada pela excêntrica meia-irmã Gilberte (Yolande Moreau) e pela rígida freira Marie-Thérèse (Noémie Lvovsky), Paulette junta-se às alunas para superarem o seu estatuto oprimido e se tornarem mulheres livres.
E se a esposa exemplar se vier a tornar numa mulher livre? Será isto o regresso do seu primeiro amor ou os ventos de liberdade?
‘Manual da Boa Esposa’, comédia dramática de Provost, teve a sua estreia na 21ª edição da Festa do Cinema Francês em outubro passado e chega aos cinemas a 29 de abril.
Sinopse
Paulette Van Der Beck (Juliette Binoche) e o marido (François Berléand) dirigem há muitos anos a Escola de Gestão Doméstica de Biche, na Alsácia-Mosela. O estabelecimento tem por missão formar adolescentes para se tornarem donas de casa perfeitas, numa época em que se esperava que as mulheres servissem subservientemente os maridos. Após a morte repentina do marido, Paulette descobre que a escola está à beira da falência e tem que assumir a responsabilidade da mesma. Mas enquanto decorrem os preparativos na escola para o concurso televisivo de Melhor Gestão Doméstica, Paulette e as suas entusiásticas alunas começam a questionar os valores prevalecentes, na senda das transformações sociais provocadas pelos protestos nacionais do maio de 1968. Tendo reatado com André (Edouard Baer), o seu primeiro amor, e ajudada pela excêntrica meia-irmã Gilberte (Yolande Moreau) e pela rígida freira Marie-Thérèse (Noémie Lvovsky), Paulette junta-se às alunas para superarem o seu estatuto oprimido e se tornarem mulheres livres. “Manual da Boa Esposa” é uma visão humorística e satírica duma história universal sobre a solidariedade e a igualdade de género.
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