“Prism”, o quarto álbum de Katy Perry, tem sido alvo de várias notícias polémicas. Depois das acusações de plágio dos singles “Roar” e “Spiritual”, agora o álbum foi impedido pelas autoridades australianas de ser importado, e consequentemente comercializado no país, sob o argumento de que representa um risco biológico potencial. Este risco deve-se ao facto do CD conter um pacote de sementes de flores.
Katy Perry acusada novamente de plágio pelos fãs
A decisão deve-se ao facto da Austrália ter recebido, ao longo dos tempos, inúmeras plantas e animais que foram inseridos artificialmente no seu território, o que culminou em vários problemas ambientais. Um porta-voz do Departamento da agricultura revelou, ao site news.com.au, que a lei prevê que:
(…) sementes ou material orgânico alheio ao ecossistema da Austrália constituem um risco para o meio ambiente e para a biossegurança.
O mesmo porta-voz afirmou ainda que:
O governo australiano tem um forte sistema em curso para detectar e responder a material que coloque em causa a biossegurança. Isso inclui a inspecção de correio, carga e bagagem. Os nossos agentes de biossegurança nos aeroportos internacionais, portos e centros de correio avaliam os riscos associados a vários itens, todos os dias, e estão bem treinados para tomarem decisões informadas sobre se os itens podem ser motivo de preocupação para a biossegurança.
Ora, se as sementes utilizadas forem de margarida australiana Katy Perry terá este problema resolvido. Para já as autoridades vão analisar o álbum para poderem avaliar o nível de risco.
Katy Perry refere no Twitter que as sementes têm o propósito de serem plantadas para espalhar a luz. Parece que, neste momento, o que a Katy precisa mesmo é de luz verde das autoridades australianas para que os seus fãs possam ter acesso ao álbum.
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Curiosamente, o álbum é nº 1 no top nacional da Austrália. Será motivo para afirmar que “o proibido é o mais apetecido”.
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