Cher está a ser processada por racismo e por encobrir uma agressão sexual de um dos seus funcionários a uma fã. A cantora deu instruções ao seu coreografo, Kevin Wilson para não contratar “mais nenhum bailarino de pele escura“, para a sua digressão: Dressed to Kill.
Tal episódio, aliado ao facto da cantora ter escolhido um dançarino louro para ficar ao seu lado nos concertos, causou muita polémica e deu resultado num processo por discriminação racial.
A este processo, liderado pelo coreógrafo e mais duas bailarinas da cantora, junta-se a acusação de Cher ter, supostamente, encoberto um bailarino que agrediu sexualmente uma fã da cantora.
É possível ler-se no TMZ que “A agressão ocorreu num quarto do Hotel St. Louis, onde Cher e os seus funcionários estavam hospedados“. Cher chegou a ter conhecimento da agressão, mas pediu para que nada fosse revelado.
Kevin Wilson, e as bailarinas Jacquelyn Dowsett Ballinger e Suzanne Easter afirmaram, ainda, que a cantora os despediu depois de terem informado o manager da digressão sobre estes casos.
Cher negou terminantemente as acusações de que está a ser alvo numa nota enviada pelo seu agente: “Eles não podiam estar mais distantes da verdade. Isso é mentira. Negamos tudo categoricamente. Atribuir uma coisa assim à Cher é um absurdo“.
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