Segundo o TMZ, os profissionais de saúde que realizaram a cirurgia que causou a morte de Joan Rivers não seguiram os devidos procedimentos antes de lhe ser ministrado o sedativo Propofol.
Os registos demonstram que a dose dada foi o dobro da quantidade aconselhável para a paciente. A informação foi confirmada por um dos funcionários da clínica, alegando que se tratou de um erro de introdução de dados no computador.
Os médicos presentes na sala onde a comediante realizava a intervenção cirúrgica não repararam que a Joan tinha os níveis de oxigénio a diminuir e que estava a morrer na mesa.
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