Cláudio Ramos “A minha Cristina sei que está triste”

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Depois de ter evitado falar sobre Cristina Ferreira durante o dia, no final desta segunda-feira partilhou uma foto especial junto daquela que lhe deu a oportunidade de brilhar nas manhãs da SIC

Foi já depois do longo de dia de trabalho que Cláudio Ramos partilhou nas redes sociais um longo texto dedicado a Cristina Ferreira onde deixa rasgados elogios e agradece a confiança depositada nele.

“A primeira fotografia. A minha Cristina, sei que está ‘triste’ não comigo, mas pela situação. Está orgulhosa porque me viu sair na procura do que quero, mas triste porque me quer ao seu lado. Ela é das que gosta que as pessoas não tenham medo de mudar, de arriscar, de acreditar“, pode ler-se.

“A Cristina para mim foi gigante. Eu sabia que ia ser assim que nos encontrássemos. Deu-me espaço e a liberdade de me reinventar. Deixou-me criar um ‘vizinho’ que entrou em casa e no coração de toda a gente e isso, por mil anos que viva, nunca me irei esquecer. Tenho claro na minha cabeça que a nossa história não acabou aqui, como tenho claro que em outra vida qualquer já nos tínhamos cruzado”.

Sobre a sua prestação, Cláudio Ramos não tem dúvidas “Sei que nunca lhe falhei, mesmo quando eventualmente, entre ela e os seus botões, pudesse ter medo que eu falhasse, porque correu riscos e confiou. É difícil confiar neste meio. Dei sempre o melhor de mim ali porque sei a responsabilidade que ela teve ao lançar o meu nome para a frente. A Cristina é uma pessoa especial. Tem a generosidade dos que sabem o que custa provar que somos mais do que nos colam à pele. Se houvesse uma palavra para a descrever seria ‘generosidade’. Porque foi esta Cristina que encontrei e onde aprendi a descansar a alma quando a levava mais desassossegada”.

Sobre a mudança para a ocorrência, o cronista deixa claro que “Nesta mudança tive-a todos os dias na cabeça. Mas ela entende de mudanças e percebe uma alma inquieta à distância. No dia que estreou o seu programa fui a Fátima cumprir uma promessa que fiz em nosso nome. Ela como Eu acredita em Nossa Senhora de Fátima, e quando voltei ao santuário por estes dias na procura de respostas, também lá estava o nome dela em cada reflexão porque por muito que a vida mude, que eu vá para aqui ou ela para ali, o que não quero mudar é o que o meu coração sente por ela. Está gravado. Vai ficar guardado num lugar bom, onde só cabem coisas boas. Vou fazer de conta que é uma caixa cheia de brilhantes por fora, como o mundo a vê, mas suave e sossegada por dentro, como o mar a sente e como eu a percebi. Sempre!”.

“Até já minha vizinha do coração. Sabes melhor que ninguém que amar é ‘deixar ir’. Não sei se tive tempo de te dizer hoje. Gosto muito de ti e chego a acreditar que entre nós é amor” finalizou.

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… A primeira fotografia. A minha Cristina, sei que a está ‘triste’ não comigo, mas pela situação. Está orgulhosa porque me viu sair na procura do que quero, mas triste porque me quer ao seu lado. Ela é das que gosta que as pessoas não tenham medo de mudar, de arriscar, de acreditar. A Cristina para mim foi gigante. Eu sabia que ia ser assim que nos encontrássemos. Deu-me espaço e a liberdade de me reinventar. Deixou-me criar um ‘vizinho’ que entrou em casa e no coração de toda a gente e isso, por mil anos que viva, nunca me irei esquecer. Tenho claro na minha cabeça que a nossa história não acabou aqui, como tenho claro que em outra vida qualquer já nos tínhamos cruzado. Sei que nunca lhe falhei, mesmo quando eventualmente, entre ela e os seus botões, pudesse ter medo que eu falhasse, porque correu riscos e confiou. É difícil confiar neste meio. Dei sempre o melhor de mim ali porque sei a responsabilidade que ela teve ao lançar o meu nome para a frente. A Cristina é uma pessoa especial. Tem a generosidade dos que sabem o que custa provar que somos mais do que nos colam à pele. Se houvesse uma palavra para a descrever seria ‘generosidade’. Porque foi esta Cristina que encontrei e onde aprendi a descansar a alma quando a levava mais desassossegada. Nesta mudança tive-a todos os dias na cabeça. Mas ela entende de mudanças e percebe uma alma inquieta à distância. No dia que estreou o seu programa fui a Fátima cumprir uma promessa que fiz em nosso nome. Ela como Eu acredita em Nossa Senhora de Fátima, e quando voltei ao santuário por estes dias na procura de respostas, também lá estava o nome dela em cada reflexão porque por muito que a vida mude, que eu vá para aqui ou ela para ali, o que não quero mudar é o que o meu coração sente por ela. Está gravado. Vai ficar guardado num lugar bom, onde só cabem coisas boas. Vou fazer de conta que é uma caixa cheia de brilhantes por fora, como o mundo a vê, mas suave e sossegada por dentro, como o mar a sente e como eu a percebi. Sempre! Até já minha vizinha do coração. Sabes melhor que ninguém que amar é ‘deixar ir’. Não sei se tive tempo de te dizer hoje. Gosto muito de ti e chego a acreditar que entre nós é amor ♥️

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//AR

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