Daniel Oliveira, Nuno Santos e Marcelo Rebelo de Sousa reagem à morte do ator Filipe Duarte

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Diretores de programa de ambas as estações partilharam mensagens de pesar pela morte do conhecido ator

Filipe Duarte faleceu esta sexta-feira, dia 17, em sequência de um ataque cardíaco fulminante. A morte do ator deixou muitas figuras públicas ligadas à representação em choque, entre estas os diretores dos canais generalistas.

Daniel Oliveira, diretor de programas da SIC, lamentou a perda do ator em declarações ao FamaShow “É uma perda irreparável, o Filipe era um dos melhores atores da sua geração, cuja marca do talento ficará para sempre entre nós. Em nome da SIC, onde o Filipe Duarte trabalhou em projectos como Fúria de Viver ou Teorema de Pitágoras, deixamos as nossas mais sentidas condolências à família e amigos do Filipe“.

Nuno Santos, diretor de programas da TVI, também lamentou a morte do ator através de um sentida homenagem partilhada nas redes sociais “NO ADEUS A FILIPE DUARTE
Estamos sem palavras. Morreu o Pipo… O Pipo, como todos tratávamos o Filipe Duarte, começou a fazer parte da nossa família desde o inesquecível projeto Equador (…) foi nosso ator, nosso colega, nosso amigo, nosso conselheiro. Sempre, à distancia de um telefonema, de uma conversa, aqui esteve com o seu saber e forma tão peculiar que tinha de olhar o mundo, a profissão e os amigos. (…) Um ator excecional, que recusou sempre um pingo de maquilhagem na tela, como na vida. Porque ele nunca fingiu nada. Porque as personagens que desempenhou, desempenhou-as vivendo pessoas que verdadeiramente encarnou. A TVI endereça sentidas condolências à sua família e amigos. Obrigado,Pipo, por teres passado por aqui”
.

Também Marcelo Rebelo de Sousa, através da página oficial da presidência lamentou a morte do ator e prestou condolências à família “Habituámo-nos a ver Filipe Duarte no teatro, no cinema e na televisão. Em teatro, tanto fez Gil Vicente e Shakespeare como autores portugueses contemporâneos, com diversas companhias e encenadores. Em cinema, desde 2003, vimo-lo em longas-metragens que dão bem conta da sua versatilidade, como “Os Imortais”, “O Milagre Segundo Salomé”, “A Costa dos Murmúrios”, “A Outra Margem”, “Coisa Ruim”, “4 Copas”, “Variações” e “Mosquito”. E na televisão, entre outras séries e novelas, destacou-se como protagonista de “Equador”. Em qualquer destes trabalhos foi uma presença intensa, em galãs e vilões, homens agrestes ou compassivos. É triste perdê-lo, tão novo, a meio de uma carreira e de uma vida. À sua família endereço as minhas sentidas condolências.”

//AR

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