Tozé Martinho “foi esquecido pelos responsáveis da ficção nacional”

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Numa sentida homenagem ao ator e argumentista que perdeu a vida este domingo, José Raposo lamentou que nos últimos anos tenha sido afastado da ficção nacional

Esta terça-feira, José Raposo partilhou nas redes sociais uma homenagem a Tozé Martinho que faleceu este domingo aos 75 anos de idade. Fã do ator e argumentista desde a adolescência, deixou vários elogios ao amigo e lamentou que este tenha afastado da ficção nos últimos anos.

Morreu o ator e argumentista Tozé Martinho

“Tozé Martinho – Foi em 1977 que ficou no meu imaginário ao vê-lo no icónico concurso da RTP “A Visita da Cornélia”, conduzido pelo enorme Raúl Solnado! Claro que esse imberbe adolescente que eu era não imaginava encontrar mais tarde o Tózé como produtor, argumentista e actor em projectos onde eu entraria como actor, como “Ricardina e Marta”, “Verão Quente”, “Roseira Brava” (novela que mais me agradou fazer!), “Louco Amor” e “Sara”. A disponibilidade para participar nesta última fantástica série, provou “a capacidade incrível para rir de si próprio, sendo esta uma série que é uma paródia, uma crítica feroz ao universo das novelas”, como disse o seu realizador Marco Martins” recordou o ator sobre o amigo.

“Tenho de dizer que nos últimos anos foi esquecido pelos responsáveis da ficção nacional. Todos os que o conheceram sabem que o Tozé era um homem de grande generosidade e carácter humano. Partiu assim um pioneiro da nossa indústria das novelas, e acima de tudo um amigo e um bom homem! Os meus sentimentos à família” pode ler-se.

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TÓZÉ MARTINHO – Foi em 1977 que ficou no meu imaginário ao vê-lo no icónico concurso da RTP “A Visita da Cornélia”, conduzido pelo enorme Raúl Solnado! Claro que esse imberbe adolescente que eu era não imaginava encontrar mais tarde o Tózé como produtor, argumentista e actor em projectos onde eu entraria como actor, como “Ricardina e Marta”, “Verão Quente”, “Roseira Brava” (novela que mais me agradou fazer!), “Louco Amor” e “Sara”. A disponibilidade para participar nesta última fantástica série, provou “a capacidade incrível para rir de si próprio, sendo esta uma série que é uma paródia, uma crítica feroz ao universo das novelas”, como disse o seu realizador Marco Martins. Tenho de dizer que nos últimos anos foi esquecido pelos responsáveis da ficção nacional. Todos os que o conheceram sabem que o Tozé era um homem de grande generosidade e carácter humano. Partiu assim um pioneiro da nossa indústria das novelas, e acima de tudo um amigo e um bom homem! Os meus sentimentos à família. #tozémartinho #atésempre

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