“Metam-me a lavar corredores, conduzir ambulâncias”. Eduardo Madeira na guerra contra a pandemia

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Eduardo Madeira

Actor propõe a criação de um “voluntariado especial” e oferece-se já para ajudar.

Num texto intitulado “Conclusões da Crise” e divulgado no seu perfil do Facebook, Eduardo Madeira apela à “requisição civil imediata dos hospitais privados”. “É o que se faz em situações de guerra. E isto é uma guerra”, justifica.

Também refere que é preciso colocar “hospitais de campanha e Forças Armadas a auxiliar já”.

O actor sugere ainda a criação de “um voluntariado especial para quem quiser ajudar”. “Eu quero. Metam-me a lavar corredores, conduzir ambulâncias, a fazer o que for preciso”, nota, frisando que é melhor do que ficar “a teclar parvoíces, chuchar Netflix e a coçar os tintins”.

“Fartinho desta merda”, aponta ainda Eduardo Madeira, realçando que “Costa disse há meses que o país não aguentava outro confinamento”. “Se o faz agora é porque não há outra saída”, nota, concluindo que “ninguém está contente, mas as coisas são assim” e que “são assim aqui e em todo o lado”.

Eduardo Madeira também defende que é preciso “calar o mini-Trump”. “Tirem-lhe o Twitter e o tempo de antena como fizeram ao outro. Sem apelo nem agravo”, constata. Acreditamos que terá em mente André Ventura, o candidato presidencial às eleições do próximo dia 24 de Janeiro que tanto vai dando que falar.

Depois desta publicação sobre a situação da pandemia de covid-19, que está a criar um verdadeiro “cenário de guerra” nos hospitais portugueses, Eduardo Madeira fez um post a propósito do Dia Mundial do Riso.

“Riam à vontade. Ainda se pode”, escreve o actor a par com uma foto onde aparece ao lado da companheira, Joana Madeira, e da filha desta, todos com um ar muito sorridente.

//SV

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