Desde a tragédia da morte de 6 estudantes no Meco que as praxes académicas têm estado no centro da polémica.
Em entrevista ao Jornal da SIC, liderado por José Guedes de Carvalho, Miguel Sousa Tavares foi convidado a comentar as questões das praxes académicas tendo em conta que, nas últimas semanas, têm saído muitas notícias relacionadas com as práticas praxistas. Ao manifestar a sua opinião, o comentador teceu duras críticas às praxes académicas apelidando-as mesmo de “imbecilidades pró-nazis” e “degradantes”.
Isto para mim caracteriza uma juventude que não tem causas (…) Acho particularmente lamentável, quando olho para as comissões das praxes e vejo que ali estão uma série de alunos, alguns com 30 anos, que são uns mandriões. Não tem outra palavra. Que andam a desperdiçar o dinheiro dos contribuintes ou dos seus pais na universidade e que, ao invés de estudarem, se ocupam disto.
Questionado sobre em que é que a praxe é integradora do aluno, Miguel Sousa Tavares prosseguiu com o seu discurso anti-praxista:
Pois, não sei. Integrá-lo na violência física, na humilhação sexual, na degradação da pessoa humana, quer dizer, é tudo aquilo que não são valores que a gente queira para o nosso país, muito menos para as nossas universidades.
Confira aqui a entrevista na íntegra.
http://youtu.be/1vV8rXKNuGs
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