Mulher morre de cancro no pâncreas depois de médicos terem negado prognóstico

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Uma mulher britânica, que estava convicta de ter cancro nos ovários ou no pâncreas, faleceu 10 meses depois de os médicos negarem esse prognóstico.

Andrea Charlesworth, de 43 anos, começou a sofrer de fortes dores no estômago em Abril do ano passado. Tal como muitas pessoas procurou relacionar os seus sintomas com a informação que encontrou na net, começando a acreditar que padecia de cancro do pâncreas ou dos ovários, avança o jornal Daily Mail.

Face a este pesado auto-diagnóstico, a mulher foi de imediato ao médico e expôs a sua situação, no entanto, exames médicos não revelaram cancro, pelo que Andrea foi diagnosticada com intestino irritável.

A própria família acreditava não ser nada de grave, contudo a saúde da mulher começou a deteriorar-se e Andrea foi tratada a dois coágulos nos pulmões, sem que aqui os médicos se apercebessem do problema subjacente.

Com o seu estado a agravar-se de dia para dia, Andrea Charlesworth, que faleceu em Janeiro, ligou uma semana antes da sua morte para a linha de apoio do sistema saúde, uma vez que não conseguia sair da cama. Do outro lado da linha o conselho que lhe deram foi que se levantasse da cama e que fizesse um pouco de exercício físico.

Incapaz de sair da cama, Andrea acabou por ser encontrada morta, em casa, devido a uma falência cardíaca que estava relacionada com o cancro do pâncreas.

A mulher deixa uma filha com 16 anos, um filho com 23 anos e um neto com 1 ano de idade.

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