Carrilho desvaloriza sofrimento dos filhos quanto à guerra aberta que mantém com Bárbara Guimarães

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Manuel Maria Carrilho / Facebook

A guerra aberta entre Manuel Maria Carrilho e Bárbara Guimarães dura já há acerca de um ano.

No meio da guerra do ex-casal está a guarda dos filhos que, em tenra idade, acabam por assistir a discussões acesas entre os pais, insultos e até mesmo intervenções policiais.

Filhos sofrem com conflito de Bárbara Guimarães e Manuel Maria Carrilho

Em entrevista à revista TV 7 Dias, o ex-ministro desvalorizou as possíveis consequências das constantes polémicas em que os filhos se vêm envolvidos por causa da guerra entre os pais, acreditando que estes não estão a ser afectados.

“Sou muito contra esta visão traumatizante da infância. Falo com os meus filhos e explico-lhes tudo. Todos nós passamos por traumas de infância (…) As crianças têm uma capacidade de resiliência brutal, percebem muito mais. Claro que é lamentável, mas tudo tem explicação. O drama está na cabeça dos outros”, declarou Carrilho à publicação em questão.

“Sou  completamente contra a psiquiatrização da negligência familiar”, acrescentando “Não são os filhos que precisam de tratamento,  é ela”. O ex-ministro revela ainda que os filhos estão bem e tal medida poderia ser estigmatizante. “Até hoje,  ninguém me disse que o Dinis, por esta ou por aquela razão, precisava de assistência psiquiátrica. A Carlota é uma criança saudável (…) Imagine que agora o Dinis começa a ter  acompanhamento psiquiátrico. O que é que os colegas iam falar? (…) É a pior coisa que se pode fazer quando não é necessário, porque  começa justamente a complexar a criança.”

Carrilho confirmou ainda ter pedido a guarda total dos filhos: “Os meus filhos estão bem. Se em casa da mãe eles estão mal, eu pedi a guarda, para virem para minha casa”.

 

 

 

 

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